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segunda-feira, 19 de março de 2012

1º Seminário Planos de Cultura

Retirado do MinC em 19/03/12 do endereço:

http://www.cultura.gov.br/site/2012/03/05/1%C2%BA-seminario-planos-de-cultura-3/

Dinâmica em grupo encerra encontro voltado para a elaboração dos planos em estados e municípios

O 1º Seminário Planos de Cultura foi encerrado na tarde desta sexta-feira, 2, em Brasília, no auditório do Espaço Cultural da Fundação Nacional de Artes (Funarte), com uma grande dinâmica de grupo entre os participantes do encontro. A atividade teve o objetivo de promover a integração entre os gestores culturais e analistas técnicos que vão trabalhar em conjunto, nos próximos 12 meses, na elaboração dos Planos Regionais de Cultura.

O secretário de Articulação Institucional do Ministério da Cultura, João Roberto Peixe, que vem coordenando os trabalhos de implantação do Sistema Nacional de Cultura no país, abriu as atividades da tarde, pedindo empenho aos participantes do seminário para que levassem a articulação das políticas públicas e o entusiasmo pelo trabalho, para seus estados e município, a fim de fortalecer a interação do Sistema Nacional de Cultura (SNC).

O seminário deu início ao processo de elaboração dos Planos Estaduais e Municipais de Cultura, em consonância com a Lei 12.343/10, que criou o Plano Nacional de Cultura (PNC). Os Planos Regionais de Cultura estão sendo elaborados como atividades integradas aos SNC, desenvolvido para interligar as ações na área cultural entre todos os entes federados.

O SNC ainda está em construção. Até o momento, conforme informou Peixe, 18 estados e 20% dos municípios brasileiros estão inseridos no processo de integração ao Sistema Nacional de Cultura. “É um longo processo, composto por planos decenais, onde eles vão sendo desenvolvidos e transformados em lei”, disse o secretário.

Os Planos Regionais de Cultura fazem parte dos quatro instrumentos de gestão do SNC, que são compostos também pelos Fundos de Financiamento à Cultura, Programas de Capacitação de Gestores e Conselheiros de Cultura, e o Sistema de Informações e Indicadores Culturais. A importância da realização deste seminário, segundo o secretário, foi justamente dar início ao processo de implantação dos Planos de Cultura.

O secretário salientou que a elaboração dos Planos Regionais de Cultura não se restringem aos estados e municípios selecionados para este projeto. Esta foi uma iniciativa do Fórum dos Secretários Estaduais e Municipais de Cultura a partir dos municípios que já estão integrados ao SNC.

Ele comentou, ainda, que o programa lançado na manhã deste sexta-feira, pela ministra da Ana de Hollanda, visa o fortalecimento institucional para a implantação do Sistema Nacional de Cultura, que abrange além da criação dos Planos de Cultura, a criação de Secretarias de Cultura, a reestruturação dos Conselhos de Política Cultural, para torná-los mais próximos da sociedade civil, e a realização periódica das Conferências de Cultura.

Leia mais:

MinC anuncia programa para implementação e fortalecimento em estados e municípios

(Texto: Patrícia Saldanha – Ascom/MinC)

(Fotos: Letícia Verdi – Ascom/MinC)

Indústrias Criativas

Retirado do Cultura e Mercado em 19/03/12 do endereço:

http://www.culturaemercado.com.br/tvcem/industrias-criativas/

Da Redação

A partir desta semana, Cultura e Mercado vai publicar algumas pílulas do Criaticidades, projeto que mostra como a Economia Criativa pode contribuir para o desenvolvimento socioeconômico das cidades brasileiras.

Para começar, Anamaria Wills, proprietária da Agência de Desenvolvimento das Indústrias Criativas, do Reino Unido, fala um pouco do surgimento dessa indústria e sua importância não apenas econômica, mas também social.

Redação http://www.culturaemercado.com.br

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Arte mutável

Retirado do Radar 55 em 19/03/12 do endereço:

http://www.radar55.com/noticia/sao_paulo/arte_e_cultura/arte_mutavel/8634.html

"ESPAÇO IMANTADO, LYGIA PAPE NA PINACOTECA

As cinco décadas de arte de Lygia Pape chegam hoje aos corredores da Pinacoteca do Estado. Dos poemas ao cinema, tudo está registrado em um passeio imperdível.
Aproximadamente duzentas peças, entre pinturas, relevos, xylogravuras, vídeos e fotografias de ações performáticas fazem parte de “Espaço Imantado”.  Por lá, é possível ver a evolução das instalações “As Ttéias” (foto), em que fios dourados, prateados e transparentes interagem com a luz.
A curadoria é de Manuel Borja-Villel e Teresa Velázquez, do Museo Reina Sofía (que abrigou a mesma mostra em 2011) , e foi feita de acordo com a mutabilidade da expressão da artista.
Programe-se para uma tarde das boas na Pinacoteca - e vá mesmo.

PINACOTECA DO ESTADO DE SÃO PAULO: PRAÇA DA LUZ, 2, LUZ. TEL. (11) 3324-1000.

WWW.PINACOTECA.ORG.BR

sexta-feira, 16 de março de 2012

Facebook censura foto da ícone feminista Simone de Beauvoir

Retirado do IMAGES&VISIONS em 16/03/12 do endereço:

http://imagesvisions.blogspot.com/2012/03/facebook-censura-foto-da-icone.html

Por FERNANDO RABELO - EDITOR

© Foto de Art Shay. A filósofa existencialista e ícone feminista Simone de Beauvoir. Chicago. 1952.

O meu mural de fotografias históricas é mais uma vez censurado pelo Facebook, que me puniu com três dias de suspensão a partir de hoje (15/03). Desta vez uma fotografia publicada no ano passado, a da filósofa existencialista e ícone feminista Simone de Beauvoir nua de costas num banheiro, foi removida do site.

O fotógrafo Art Shay fez essa célebre foto em Chicago em 1952. Art Shay era amigo do escritor Nelson Algren, o amante de Simone na época. O fotógrafo viu a cena pela porta entreaberta da sala de banho e a eternizou para sempre. “Como jovem fotógrafo da Life Magazine, eu sempre levava minha Leica comigo.

E esse dia não era exceção. Estritamente falando, sim essa fotografia foi roubada, segundo uma ótica feminista. Eu me encontrava então nessa situação, fotógrafo estagiário da Life Magazine (inicialmente contratado para carregar as sacolas e escrever as legendas), quando eu vi Beauvoir sair do banho e ficar se penteando na frente do espelho. Eu rapidamente tirei duas ou três fotos e ela escutou os cliques. "Você é um rapaz malvado", ela me disse, no entanto, ela nem me pediu para que eu parasse de fotografar, nem fechou a porta, para mim, Madame não era "uma instituição" nessa época, era acima de tudo a amante estrangeira do meu amigo”, afirmou o fotógrafo em entrevista para a revista francesa “Le Nouvel Observateur” em 2008.

Inscrições abertas para o Prêmio Objeto Brasileiro

Retirado do site da Funarte em 16/03/12 do endereço:

http://www.funarte.gov.br/funarte/inscricoes-abertas-para-o-premio-objeto-brasileiro/

Promovido pela 'A CASA museu do objeto brasileiro', o concurso vai distribuir premiações que variam de 1,5 mil a 10 mil reais

Estão abertas até 6 de julho as inscrições para a terceira edição do Prêmio Objeto Brasileiro. As premiações variam de 1,5 mil a 10 mil reais e serão concedidas a artistas, artesãos, designers e empresários, em quatro modalidades. Um dos objetivos principais é incentivar a inovação e a pesquisa voltada para a produção artesanal contemporânea no Brasil. Realizado pela CASA museu do objeto brasileiro, o edital contempla as seguintes modalidades: objeto de produção autoral, objeto de produção coletiva, ação socioambiental e novos projetos.  As obras e projetos selecionados integrarão uma exposição que será inaugurada em 17 de outubro de 2012, data da entrega dos prêmios. Mais informações: www.acasa.org.br/premio.

OI FUTURO TRANSMITE O FESTIVAL SONORIDADES

Retirado do Oi Futuro em 16/03/12 do endereço:

http://www.oifuturo.org.br/noticias/noticia.php?id=6984&/oi_futuro_transmite_o_festival_sonoridades

O Festival Sonoridades, que acontece no Oi Futuro Ipanema, será transmitido ao vivo pelo Oi Futuro em sua página oficial no Facebook. Se você não conseguiu garantir seu ingresso poderá assistir ao show em casa.

A transmissão acontece no dias 16, 24 e 31 de março. Fique ligado: o link para assistir aos shows estará disponível a partir das 21h.

O festival se instala no Oi Futuro Ipanema nos dias 15, 16, 17, 23, 24, 28, 30 e 31 de março e terá atrações como Criolo, Emicida, Gaby Amarantos, Nina Becker e muito mais.

O pré, o pós e o Procultura

Retirado do Cultura e Mercado em 16/03/12 do endereço:

http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/o-pre-o-pos-e-o-procultura/

Por Leonardo Brant

Historicamente, o financiamento à produção cultural tornou-se privilégio resguardado a determinados agentes e territórios. Em decorrência disso, o debate público sobre o tema foi demagogicamente reduzido à luta de classes produtoras: quem recebe e quem deveria receber o dinheiro da renúncia fiscal?

É urgente a ampliação e o aprofundamento dessa discussão, compreendendo cultura como direito fundamental necessário à formação de todo o cidadão. E como conquista fundamental para qualquer projeto de nação.

Vivemos um momento de profundas mudanças nos hábitos culturais da sociedade. A emergência econômica, sobretudo das classes menos privilegiadas, as novas linguagens e modos de produção e difusão decorrentes das tecnologias de informação e comunicação, revelam a importância de uma economia criativa e multiprotagonista.

O Congresso Nacional discute o Procultura, projeto de lei que altera a Lei Rouanet. Um mecanismo que regula todo o sistema de financiamento à cultura do Brasil e não somente o patrocínio privado com renúncia fiscal.

Isso quer dizer que as soluções que a sociedade vem formulando para suprir o déficit de leitura, a ausência de museus e equipamentos culturais, a produção cultural de pesquisa e não-comercial, a circulação de obras, a preservação do patrimônio, a promoção da diversidade e o estímulo ao empreendedorismo criativo e à indústria cultural dependem do resultado dessa discussão.

O mecenato – público, privado e cidadão – também está em discussão. Devemos continuar garantindo o direito de uso da renúncia fiscal às grandes corporações (com sua agenda promocional), aos governos (com sua demanda ideológica e orçamento pífio), aos artistas e produtores (reféns da lógica projeto-patrocínio-edital)?

O mecenato precisa envolver a sociedade (além de grupos de interesse), seja por meio de patrocínio direto do cidadão, seja por envolvimento na destinação dos grandes investimentos do Erário.

A oportunidade de discutir o Procultura como estratégia para o desenvolvimento do país e não como mera fonte de recursos para financiar projetos privados, desconectados de demandas simbólicas mais amplas e profundas, é agora.

*Em maio, o Cemec e o Cultura e Mercado promovem o seminário #procultura, que discutirá os desafios do financiamento à cultura no Brasil. Clique aqui para saber mais.

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Leonardo Brant http://www.brant.com.br

Pesquisador cultural, autor do livro "O Poder da Cultura", diretor do documentário Ctrl-V, criou e edita este Cultura e Mercado. É sócio da Brant Associados e do Cemec. Idealizou e coordena o programa Empreendedores Criativos. Para mais artigos deste autor clique aqui

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