terça-feira, 30 de abril de 2013

O Mucuri no Café com Livros de Viçosa

Na semana passada aconteceu em  Viçosa o projeto Café com livros: 2ª Feira Literária de Viçosa,  um desdobramento das propostas e atividades do Café Filosófico – projeto de extensão vinculado ao Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de Viçosa (UFV) –, e do Café Literário – evento de literatura promovido pelo Coletivo 103.

Nesta edição contou ainda com o Departamento de Turismo da Prefeitura Municipal de Viçosa na sua construção, fortalecendo ainda mais a conexão entre Viçosa e a UFV.

o Café com Livros é espaço para a distribuição do trabalho de jovens artistas (escritores, músicos, atores, fotógrafos, artistas plásticos etc.), aberto ao debate, insere-se no calendário cultural oficial da cidade de Viçosa.

O Mucuri também estava lá representado. O terceiro dia do evento foi iniciado com as Narrativas Musicais do Vale do Mucuri, mediado pelo músico André Luiz Ribeiro de Araújo – Banda Mangalô –, com a presença dos griôs Mestre Dema (músico), Nasser Gazel (artesão, músico e poeta), Wilton Rodrigues (músico e poeta) e Joaquim Caboclo (músico e folião), um senhor de 98 anos cheio de energia.

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Pontos

Por José Miguel Wisnik

Do Cultura e Mercado

Foto: Nasa Goddard Photo and VideoSe não me engano em fevereiro, há cerca de dois meses, travou-se uma polêmica sobre o “vazio cultural” brasileiro, lançada por um número da revista “Carta capital” que discutia o assunto. Por algum motivo circunstancial (acho que eu estava em viagem) só me dei conta da discussão posteriormente, através de seus ecos. Não tenho condições de recuperá-la agora, mas o meu “vazio cultural” particular de hoje, em que a coluna gira em falso à procura de seu ponto de apoio, me impele de volta à questão. Considerar o tema como “ultrapassado” seria prender-se a uma lógica imediatista. A redução, aliás, de toda cultura a pautas, ganchos jornalísticos e mercadológicos, efemérides e fenômenos virais, é uma das partes do problema.

Vou tentar expor a minha posição, mesmo sabendo que o assunto não cabe aqui. Acho o Brasil um país de grande vitalidade cultural. Essa vitalidade está na diversidade das práticas, no modo como elas se permeiam, nas soluções incomuns que resultam disso, em muitos níveis. Confesso que é difícil descrevê-la, porque ela se apresenta de maneira não usual, múltipla e heterogênea, extraindo a sua força exatamente disso. Ao mesmo tempo, essa vitalidade contracena com o baixo letramento médio brasileiro, que compromete sob muitos aspectos a sua organicidade e a sua capacidade de articulação. Apesar desse baixo letramento, no entanto, fomos capazes de reconhecer uma literatura na qual conviviam, a certo momento, Drummond, Rosa, Bandeira, Clarice, João Cabral e a poesia concreta, junto com teatro, música e cinema incandescentes. Isso não teria acontecido se não houvesse por sua vez uma atividade crítica de peso reconhecível, um campo crítico mapeado e exposto ao debate, um conjunto de publicações acompanhando a vida contemporânea.

As instituições da chamada alta cultura, ou das instituições letradas, sofreram abalos e deslocamentos em todo o mundo, nas últimas décadas, sob a pressão dos meios de massa articulados com a onipresença da publicidade e com uma considerável corrosão da escola tradicional frente a essas novas realidades. Mesmo assim, a literatura, os escritores, a crítica, tiveram ainda um papel determinante no acompanhamento de todas as transformações que se deram na Rússia ao longo do século XX, por exemplo, ou na Argentina ou em Portugal. O lugar do escritor, garantido por um certo lastro letrado, não se evaporou completamente no processo. Certamente não se pode dizer o mesmo do século XXI, mesmo lá.

No Brasil, a tendência a deslocar as pautas culturais do campo das ideias para o das vendagens, comportamento, moda e polêmica de superfície lavou o lastro frágil da vida literária acumulada, e acuou a atividade crítica num papel incômodo, impertinente e estigmatizado, substituído pela atividade dos agentes e assessores de imprensa, dos releases, das entrevistas e notas em colunas sociais, pela participação em eventos, num ambiente de coquetelização da cultura (estou lembrando de um artigo contundente de Flora Sussekind, “A crítica como papel de bala”, publicado no Prosa em 2010, algumas balas do qual sobram para mim, se não estou enganado).

É certamente a essa perda de articulação e a esse rebaixamento do papel crítico na esfera pública que Vladimir Safatle se referia, ao intervir no debate caucionando o mote do “vazio cultural”. Vazio cultural, nesse caso, significa a falta de um senso totalizante e de um tensionamento da linguagem que comprometa as produções com algo mais do que sua inserção num mercado ou o seu reconhecimento por um grupo de participantes consumidores. É exatamente o contrário do que pensa Hermano Vianna, para quem a cultura vive da força empenhada nela por seus agentes, que dão a cada cena cultural um sentido total auto-bastante. Onde para um há o vazio para outro sobra excedente. Os pressupostos são tão opostos que não dão lugar a uma conversa possível nem ao entendimento da impossibilidade disso.

Para mim este é o ponto. Não falta acontecimento cultural no Brasil, das mais complexas aventuras intelectuais às mais saudavelmente elementares manifestações do apetite de viver. Faltam, quando faltam, e como faltam, nexos compreensivos capazes de dar conta dessa complexidade, em meio à entropia de um mercado voraz e de um debate reduzido muitas vezes ao quiproquó, à faccionalização dos discursos e à simplificação jornalística.

Em muitos sentidos, “vazio cultural” é um estado do mundo, hoje. Em cada caso, a questão é saber onde estão os “pontos luminosos”, e o Brasil é um vazio cheio deles.

*Publicado originalmente no jornal O Globo do dia 20 de abril

Retirado do Cultura e Mercado em 30/04/13 do endereço:

http://www.culturaemercado.com.br/pontos-de-vista/pontos/

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Programação do FESTTO 2013

O Grupo In-Cena de Teatro apresenta e realiza Festival Nacional de Teatro de Teófilo Otoni – FESTTO 2013, que acontecerá nos dias 30 de maio a 02 de junho.

Serão várias oficinas, debates e espetáculos de palco e rua com grupos selecionados de todo o Brasil e com participação internacional. Clique na imagem e confira a programação:

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BECO DA RIMA "MANIFESTO PELA PAZ"

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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Mapeando a cultura do Mucuri

Quem somos, o que fazemos, quantos somos e onde estamos?

Estas são questões postas o tempo todo para o setor cultural. Alguns lugares ou segmentos sabem responder logo, ou por causa da organização ou pela escassez. Nosso caso, aqui no Mucuri não é nem um nem outro.

Em Teófilo Otoni, em função da implementação do Sistema Municipal de Cultura, já foi criado o Sistema Municipal de Informações e Indicadores Culturais que subsidiará o poder público municipal e o setor cultural de algumas respostas das perguntas acima. Estar neste sistema é condição para a participação nos projetos, ações e políticas públicas no âmbito dos Sistema Nacional, Estadual e Municipal de Cultura.[i]

Para além e complementando o Sistema Municipal de Informações e Indicadores Culturais, nós da Associação Mucury Cultural – que atuamos na pesquisa, produção cultural e promoção do patri­mônio material e imaterial do Vale do Mucuri – estabelecemos uma parceria com a Artéria Cultura e Cidadania – Ponto de Cultura do Distrito Federal – para o mapeamento da dinâmica cultural, manifestações, agentes, produtores, gestores, equipamentos e locais de fruição cultural no nordeste de Minas Gerais.[ii]

Desta parceria surgiu o Mapa da Cultura do Vale do Mucuri, que tem por objetivo de localizar o que anda fazendo o setor cultural da região. Com ele, teremos maior visibilidade de ações desenvolvidas, das instituições e dos trabalhadores da cultura, e disponibilização das informações preciosas e indispensáveis para a gestão, produção e circulação cultural do Vale do Mucuri.[iii]

O acesso é livre ao cadastramento e as informações estarão disponibilizadas e georefenciadas no mapa, que também é construído coletivamente (Open Street Map). No Mapa da Cultura do Vale do Mucuri já estão Nasser Gazel e Áureo Vieira, ceramistas de Ataléia, André Luiz Ribeiro de Araújo, músico de Carlos Chagas e residente em Viçosa, Pleasure Machine, banda de rock de Teófilo Otoni, Associação Quilombola Vaz Pereira, da Comunidade Rural de São Julião em Teófilo Otoni, Bruno Bento, poeta, gestor e produtor cultural, a Associação Mucury Cultural e a Casa da Cultura de Teófilo Otoni.

Não fique de fora!

O Mapa da Cultura é um Software Livre desenvolvido pela Artéria Cultura e Cidadania sobre a licença GPLv3, desenvolvido em Ruby on Rails 3.2.13 com base de dados em PostgreSQL, utilizando o OpenLayers (Open Street Map).


[i] Para mais informações: http://www.mucurycultural.org/2013/04/inicio-do-cadastramento-para-o-sistema.html.

[ii] Visite: http://mucurycultural.org/ e http://arteria.juntadados.org/.

[iii] Endereço do Mapa da Cultura do Vale do Mucuri: http://mapadacultura.mucurycultural.org.

Como se cadastrar: http://www.mucurycultural.org/2013/04/mapa-da-cultura-do-vale-do-mucuri.html.

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Cineastas indígenas para jovens e crianças

O Vídeo nas Aldeias acaba de lançar a coleção Cineastas Indígenas para Jovens e Crianças, um livro-vídeo para estudantes do ensino fundamental de todo país. Patrocinada pela “Convenção sobre a proteção e promoção da diversidade das expressões culturais”, da UNESCO, a publicação traz um guia didático e uma seleção de 6 filmes com temáticas voltadas para o público infanto-juvenil – realizados junto aos povos Wajãpi, Ikpeng, Panará, Ashaninka, Mbya-Guarani e Kisêdjê – em dois formatos:

- Em versão digital, disponível na íntegra para computadores, tablets e outros dispositivos móveis:

Leia ou faça o download do livro

“Cineastas Indígenas para Jovens e Crianças”. A partir dele, você poderá acessar os filmes da coleção, além de outras produções de cineastas indígenas, bem como diversas fontes de pesquisa* sobre os povos e temas abordados.

Assista aqui aos filmes da coleção!

*requer conexão à internet.

A cópia digital interativa do guia lhe dará acesso aos filmes da coleção “Cineastas Indígenas para Jovens e Crianças”, bem como a outros filmes citados no livro e a sites e livros para pesquisa complementar, como a Enciclopédia dos Povos Indígenas no Brasil Mirim, do Instituto Socioambiental.

- Em breve, o livro acompanhado por dois DVDs, contendo seis filmes e textos didáticos de apoio, estará também disponível em livrarias.

A coletânea reúne títulos consagrados nacional e internacionalmente como a vídeo carta “Das crianças Ikpeng para o mundo”, dos Ikpeng, e “Depois do ovo, a guerra”, dos Panará, assim como dois filmes inéditos, o “Mbya Mirim”, dos Mbya-Guarani e “No tempo do verão”, dos Ashaninka. “Akukusiã, o dono da caça”, dos Wajãpi, e “A história do monstro Khátpy”, dos Kisêdjê, completam a coleção.

FONTE: Vídeo nas Aldeias

Retirado do Observatório da Diversidade Cultural em 29/04/13 do endereço:

http://observatoriodadiversidade.org.br/site/rascunho-cineastas-indigenas-para-jovens-e-criancas/

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Cultura e Universidade

Realizado pelo Ministério da Cultura (MinC), em parceria com a Universidade Federal da Bahia (UFBA) e o Fórum de Pró-reitores de Extensão, o I Seminário Cultura e Universidade: Bases para uma Política Nacional de Cultura reuniu cerca de 350 pessoas em Salvador, entre os dias 22 a 24 de abril. A principal finalidade do encontro foi debater propostas para a construção e consolidação de uma política de Cultura voltada às instituições de ensino superior.

Participaram dos debates representantes da comunidade acadêmica e gestores públicos dos ministérios da Cultura, Educação, Ciência,Tecnologia e Inovação. A pró-reitora de Ações Afirmativas e Assistência Estudantil da UFBA, Dulce Tamara da Rocha Lamengo da Silva, disse que a comunidade acadêmica precisava deste suporte do Ministério da Cultura para avançar no debate sobre políticas públicas para a educação de nível superior.

"Contamos com uma presença extraordinária em todos os momentos do Seminário, sobretudo nos Grupos de Trabalho, porque havia uma demanda latente do encontro do MinC com as universidades, principalmente as federais", comentou a pró-reitora, durante sua fala no último dia do seminário.

Na plenária de encerramento, relatores dos sete Grupos de Trabalho compartilharam o conjunto de propostas elaboradas durante o encontro, que deverão nortear a construção de uma política de cultura nas universidades públicas, com coordenação do MinC. As propostas foram realizadas em cima das novas metas da cultura para as áreas da educação, pesquisa e extensão; na formação cultural dos setores criativos da sociedade; na utilização dos equipamentos culturais; na difusão da produção artística, na reformulação da legislação dos direitos autorais e nos recursos educacionais abertos.

A política de cultura voltada às universidades faz parte das diretrizes do Plano Nacional de Cultura (PNC). O MinC possui um acordo de cooperação com o Ministério da Educação (MEC) que prevê a implementação de ações para o ensino básico e o ensino técnico profissionalizante, por intermédio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).

As propostas elaboradas no seminário poderão ser conferidas em breve, no blog do evento culturadigital.br/culturaeuniversidade

(Texto: Karina Miranda)

(Fotos: Paulo Munhoz)

Retirado do site do MinC em 29/04/13 do endereço:

http://www.cultura.gov.br/noticias-destaques/-/asset_publisher/OiKX3xlR9iTn/content/cultura-e-universidade/10883;jsessionid=4B0F757D86400F194CA0CC2E0702088E.portal1?redirect=http%3A%2F%2Fwww.cultura.gov.br%2Fnoticias-destaques%3Bjsessionid%3D4B0F757D86400F194CA0CC2E0702088E.portal1%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_OiKX3xlR9iTn%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3D_118_INSTANCE_x9zwCh7U69gP__column-1%26p_p_col_count%3D1

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quinta-feira, 25 de abril de 2013

2ª Feijoada e Samba do Grupo In-Cena de Teatro

O II Samba e Feijoada do In-Cena acontecerá este ano num dos espaços mais agradáveis da nossa cidade, o Casarão do SESC. Domingo, 28 de abril, a partir das 11h30 você irá desfrutar de um ambiente gostoso, com apresentação ao vivo da cantora e compositora, Marcela Veiga. Para adquirir seu ingresso, se divertir e ajudar no trabalho cultural do grupo, basta ir ao Espaço Cultural In-Cena, uma oportunidade também para conhecer o nosso trabalho.

O evento é um momento de confraternização com os alunos, amigos e parceiros do Grupo In-Cena de Teatro, no intuito também de arrecadar fundos para a continuação dos trabalhos do Grupo. Entre estes, o fomento de um Espaço Cultural situado à Avenida Francisco Sá. No local acontecem apresentações musicais, aulas de teatro, oficinas de cinema e vídeo, funciona uma pequena biblioteca e tantas outras atividades já ocorridas e para acontecer.

Serviço

Evento: II Samba e Feijoada do In-Cena

Dia: 28 de abril

Hora: 11h30min

Local: Casarão do Sesc

Endereço: Casarão do SESC - Rua Rui Barbosa, S/N - São Diogo - Teófilo Otoni

Preço: R$15,00 (com direito à feijoada e música ao vivo)

Venda de ingressos: Espaço Cultural In-Cena

Endereço: Av. Francisco Sá, 129, Centro – Teófilo Otoni

Contatos: (33) 3522 5847 / 8816 7707 / 8826 3301

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Cultura indígena do século 19

O interesse do governo austríaco em trazer para o Brasil uma exposição cujo acervo é fruto de uma missão científica que veio ao país com a arquiduquesa Leopoldina, em 1817, foi tema de reunião entre representantes do Ibram e do governo da Áustria com a ministra Marta Suplicy, na tarde desta terça-feira (23).

A exposição "Além do Brasil" é o resultado da expedição que ficou em terras brasileiras durante 18 anos e pesquisou diversos aspectos da vida dos indígenas brasileiros. A mostra conta com roupas, artesanato, armas e documentos que representam a vida dos índios no Brasil à época. Em Viena, no Museu do Mundo (o Welt Museum Wien), as peças ficaram expostas por seis meses, de julho de 2012 até janeiro de 2013. Agora, eles discutem a vinda da exposição para o Brasil.

Segundo a ministra Marta Suplicy, o MinC tem todo interesse em trazer a mostra para o Brasil. "O acervo é de grande importância para a história brasileira e teremos um grande prazer em poder expor essas ricas informações aos brasileiros, mostrar suas origens". 

As negociações entre o Ibram e o governo austríaco estão em andamento e a intenção é trazer a exposição ao Brasil até 2015. A circulação está prevista para as cidades de Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e Belém. A delegação austríaca falou também sobre a intenção de levar para o Museu do Mundo uma mostra permanente com o acervo que o país detém sobre o Brasil, assunto que também está sendo discutido com o Ibram. 

Estiveram na reunião a embaixadora da Áustria, Mariane Feldmann, o diretor do Museu de Etnologia de Viena, Steven Engelsman, a curadora da Coleção Amazônica do Museu de Etnologia, Cláudia Augustat, e o ministro-conselheiro da Embaixada da Áustria no Brasil, Karl Ehrlich. A equipe do Ibram foi representada por Ângelo Oswaldo de Araújo, a diretora interina Eneida Braga e pelo diretor do Departamento de Museus do IBRAM, Cícero Almeida.

Parcerias com o Ibram

O Museu do Mundo tem interesse na metodologia de desenvolvimento dos Pontos de Memória, bem como na promoção de intercâmbio com comunidades que se relacionem com o acervo etnográfico do museu. Já estão previstas visitas da delegação austríaca a Pontos de Memória no Rio de Janeiro e em Belém. 

Além disso, o Welt Museum e o Ibram têm interesse em firmar uma parceria de longo prazo. O intercâmbio prevê a cooperação na área de pesquisa e capacitação no campo da museologia e etnologia, recuperação de acervos, educação e acessibilidade de museus, e intercâmbio profissional de técnicos e especialistas de museus.

História da expedição austríaca no Brasil

Até o início do século 19, o Brasil não era plenamente conhecido pelos europeus e por boa parte do mundo. Após o casamento da arquiduquesa Leopoldina com D. Pedro, o príncipe herdeiro Português, em 1817, a Áustria enviou uma expedição científica ao Brasil para estudar o país, as pessoas, a flora e fauna. O zoólogo Johann Natterer juntou-se à expedição e viajou pelo país durante quase duas décadas.

A missão foi uma das mais importantes já realizadas neste país. Natterer dedicou-se à coleta e preparação de material biológico e etnográfico em enorme extensão do território brasileiro. Posteriormente, o material seria utilizado em estudos nas mais diferentes áreas científicas e culturais.

(Texto: Rosiene Assunção / Ascom MinC)

Retirado do site do MinC em 25/04/13 do endereço:
http://www.cultura.gov.br/banner-1/-/asset_publisher/G5fqgiDe7rqz/content/cultura-indigena-do-seculo-19/10883;jsessionid=1EB201F9F0A1B508F2864979CBA22D11.portal2?redirect=http%3A%2F%2Fwww.cultura.gov.br%2Fbanner-1%3Bjsessionid%3D1EB201F9F0A1B508F2864979CBA22D11.portal2%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_G5fqgiDe7rqz%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-1%26p_p_col_count%3D2

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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Começa hoje o Café com Livros: 2ª Feira Literária de Viçosa

Enviado por André Luiz Ribeiro de Araújo

Começa hoje o Café com Livros: 2ª Feira Literária de Viçosa, um desdobramento das propostas e atividades do Café Filosófico, projeto de extensão vinculado ao Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de Viçosa (UFV), e do Café Literário, evento de literatura promovido pelo Coletivo 103.

Ontem, no Calçadão (centro), aconteceu a pré-abertura da Café com Livros deste ano, com o projeto NOIZ do Coletivo 103, que exibiu uma série de curtas-metragens, na parede lateral do prédio da Prefeitura Municipal de Viçosa, com a temática da Mídia Livre.

Veja que bacana programação do Café com Livros projetada na parede lateral do prédio da Prefeitura Municipal de Viçosa, comunicando aos transeuntes o que vem por aí: oficinas, bate-papos, música, teatro, artes visuais e, claro, a nova literatura brasileira com diversos lançamentos de livros.

Confira a programação de hoje do Café com Livros: 2ª Feira Literária de Viçosa, na Casa Arthur Bernardes (centro):

18h - Abertura Oficial

19h - Lançamentos de livros

20h30 - Show com a banda Ou Sim (JF)

Confirme sua presença: http://www.facebook.com/events/502896786433660/?fref=ts

Inscrições para a oficina de Stencil e Grafite encerradas.

(*Programação sujeita a alterações)

OFICINA: A representação Literária nas letras das músicas produzidas na região do Vale do Mucuri-MG

Apresentação:

A presente oficina surge a partir do contato com os músicos, compositores e cantadores de Folia de Reis, do Vale do Mucuri, os quais têm um repertório específico, que trata das vivências cotidianas e a construção do lírico, simbólico e sagrado de vários povos desta região.

As músicas envolvem uma discussão étnica e cultural, que visa adentrar a um processo de resistência, por meio da manifestação musical, com o intuito de fortalecimento das relações e da própria cultura local/regional.

Objetivo: discutir o simbolismo literário envolvido no repertório de letras de músicas geradas no Vale do Mucuri.

Oficineiros:

  • Joaquim Caboclo
  • Ademar Rodriguês
  • Wilton Rodrigues
  • Nasser Gazel

Moderador: André Luiz Ribeiro de Araújo (bolsista PROCULTURA/UFV)

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A Conferência da Cidade de Teófilo Otoni

A Conferência da Cidade de Teófilo Otoni traz como tema: “Quem muda a cidade somos nós: Reforma Urbana já!” O objetivo é questões como problemas urbanos, planejamento, qualidade de vida nas cidades, acessibilidade, ordenamento territorial com governança ambiental e infraestrutura.

É importante salientarmos a importância da participação de toda a sociedade, uma vez que as conferências são o momento máximo de exercício de cidadania, uma vez que há espaço para a voz de todos. Movimentos sociais, entidades e cidadãos poderão levar suas demandas, reclamações, sugestões, assim como encontrar-se com os gestores públicos para a discussão acerca do destino de todos.

No caso específico do Setor Cultural, que terá uma conferência específica em junho, é importantíssima a participação, uma vez que a cidade é o objeto de fruição cultural por natureza, as praças, ruas e outros espaços são expressão cultural de um povo, uma população, por isso tem de ter direitos de fruição plena destes espaços. Faz parte de um planejamento urbano ou de uma reforma urbana, pensar onde nos expressaremos, a acessibilidade aos bens culturais, além de como poderemos fazer isso.

Pensar a urbes é pensar a cultura! E vice-versa!

Para a Conferência da Cidade de Teófilo Otoni foram selecionados temas a partir do Sistema Nacional de Desenvolvimento Urbano (SNDU), que serão divididos em quatro eixos: Responsabilidade e Possibilidade de Pactuação dos 3 entes Federados; Aspectos Financeiros para o SNDU; Participação de Controle do SNDU e Política de Desenvolvimento Urbano.

O evento acontecerá nos dias 26 e 27 deste mês de abril, no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas – CDL de Teófilo Otoni. Na conferência será redigido um documento que será encaminhado à Conferência Nacional, em junho próximo, e a eleição de delegados que representarão o município nas votações de projetos que poderão direcionar recursos para a região do Mucuri.

Com informações do site da Prefeitura Municipal de Teófilo Otoni:

http://www.teofilootoni.mg.gov.br/pmto/2013/04/prefeitura-vai-realizar-5a-conferencia-municipal-das-cidades-de-teofilo-otoni/

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Conferência Quilombola em Araçuaí

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A Política Nacional de Promoção da Igualdade Racial, estabelecida em 20 de novembro de 2003, inclui as políticas para Povos e Comunidades Tradicionais como uma das estratégias do Estado brasileiro para o combate ao racismo e às desigualdades. Os direitos desses grupos tradicionais são assegurados na Constituição Federal (Artigos 215, 216, 68 do ADCT), em instrumentos internacionais ratificados pelo Brasil, como a Convenção 169 da OIT  e a Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais da Unesco , no Estatuto da Igualdade Racial e em Decretos Presidenciais, como o 4.887/2003 e o 6.040/2007.
As comunidades quilombolas são grupos étnico-raciais, segundo critérios de auto-atribuição, com trajetória histórica própria, dotados de relações territoriais específicas, com presunção de ancestralidade negra relacionada com a resistência à opressão histórica sofrida . Estima-se que o Brasil tenha hoje 1,17 milhão de quilombolas, distribuídos em 214 mil famílias , situados em 24 estados da Federação. Desse total, 2.040 comunidades são certificadas pela Fundação Cultural Palmares do Ministério da Cultura (FCP/MinC).

Texto extraído da Nota Pública sobre execução do Programa Brasil Quilombola em 2012, em 24/04/13 do endereço:

http://www.seppir.gov.br/noticias/ultimas_noticias/2013/04/nota-publica-sobre-execucao-do-programa-brasil-quilombola-em-2012

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O “Jabá” de Oldair Costa

Por Bruno Bento

Recentemente deparei-me com uma postagem no Suvaco de Cobra sobre um cabra daqui de Poté, cidade vizinha à Teófilo Otoni, onde também morei na infância e onde minha mãe nasceu, outras histórias. A tal postagem, feita pelo amigo Eustáquio Rocha, portanto merecedora de atenção, dizia respeito à algumas matérias que saíram na imprensa da capital sobre uma campanha um tanto quanto inusitada: “Meu Jabá”, “Meu Biscoito”. E por aí vai.

O cabra é o Oldair Costa, cantor e compositor que anda pela capital mineira fazendo suas campanhas, vendendo seus discos e recolhendo o que lhe é interessante para a fabricação dos próprios encartes, ele é adepto do faça você mesmo, e não é força de expressão. Oldair compõe, interpreta, grava, confecciona s capas e encartes de seus discos e os vende, além de ele próprio desenvolver suas estratégias de divulgação. Seu cartão de visitas leva duas sementes de Pau Brasil.

Ah, em seu perfil no Facebook vemos as fotos dele incansavelmente em estúdios de rádios comunitárias e comerciais em Belo Horizonte, junto de alguns dos maiores locutores do rádio mineiro.

Ao Tempo de Prosa declarou que seu estilo é a Música Popular Brasileira e tendo Djavan como principal influência. Já possui quatro discos gravados: “Expresso Brasileiro”, “Trans-ceder”, “Bico Fino” e “Sozinho e Deus”.

Àquele blog ainda fala do momento em que percebeu que seria artista:

“Aos 12 anos improvisei o meu próprio violão usando uma lata de óleo, uma tábua de madeira e linha de pesca. Acho que foi aí que iniciei a minha carreira. [...] Sempre soube que para ser artista, era preciso ser diferente”.

Assim segue pendurando suas placas nas ruas e parques da cidade, fazendo e postando seus vídeos no You Tube, torpedeando com seu Facebook: Oldair Costa Poté-mg Vale Do Mucuri.

Confira alguns de seus vídeos e as capas dos discos:

Contatos:

oldairpote@gmail.com

Perfil Facebook

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Anti Pós-Moderno ou Tropicae Et Immundi: a poesia contemporânea do Vale do Mucuri

 

Por Maurício Beirão

Anti pós-moderno ou tropicae et immundi

Meu manifesto
é pra romper com a dominação.
Meu rock in roll
é pra acordar o vizinho coitadinho.
Meu linguajar
é gíria contemporânea e porca.
Meu pensar
é pesadelo esquizofrênico e multicor.

Sabiá Coitelinho

 

Manifesto Anti Pós-moderno

Sabiá Coitelinho, mineiro, nascido na cidade de Campanário, filho do Vale do Mucuri, economista e poeta. Seu caráter marginal resume-se na possibilidade de uma poesia contemporânea que rompe com a cultura opressora e dominadora. Denominado Anti Pós-Moderno ou Tropicae Et Immundi, essa bandeira constitui-se como uma manifestação artística que parte do cotidiano da década de 2010, onde a possibilidade de produção literária de engajamento político e de defesa da liberdade individual e coletiva criam a tendência desta proposta que é repudiar os valores culturais próprios da sociedade contemporânea, marcado pelo conhecimento especializado, pela exploração do trabalho, pela globalização da miséria, pelo ressurgimento do nacionalismo agressivo, pela ilusão da “ascensão social” representada pelo aumento da classe média e pelo domínio da estética pós-moderna estabelecida pela produção poética despolitizada. Sua contemporaneidade expressa-se na vida cotidiana, sendo que sua poesia incorpora a face do mundo, ao passo que surge deste mundo real, comum e banal. Em outras palavras, sua poesia surge do cotidiano, mas seu caráter marginal cria uma nova concepção da realidade, afastando-se da mera aparência destas relações. Como produto de uma arte essencialmente fundada sob a realidade capitalista e industrial, utiliza-se do conceito de modernidade como possibilidade real de ruptura com a cultura opressora, sintetizada na cultura de massa. Como forma de contestação social, o foco funde-se nas questões de consciência, valores e comportamentos da sociedade contemporânea, utilizando-se dos meios de comunicação de massa da mesma forma que questiona-se os valores centrais da cultura dominante.

Este caráter de marginalidade do poeta Sabiá Coitelinho relaciona-se com a reiteração do processo de libertação da escrita e da expressão livre nos anos 2010, visto que com a utilização dos novos veículos de comunicação de massa (a internet como exemplo) tem-se a possibilidade real de produção lírica alternativa figurada na poesia livre e acessível. O movimento Anti Pós-Moderno ou Tropicae Et Immundi nasce em um contexto de permissividades e libertinagens próprias de sua época. Utilizando-se de humor direto e objetivo, o autor critica os resquícios conservadores nos costumes e hábitos brasileiros, explorando o mundo real próprio de uma sociedade capitalista desenvolvida, entendido como um espaço miserável e perigoso. Desta maneira, esta poesia não se enquadra em um perfil literário específico, sua escrita de aspecto sensacional, direto e obsceno desmascara a literatura conservadora, pois estrutura-se como uma possibilidade de produção de uma poesia libertadora, ou seja, uma lírica sem grilhões, não tem pós, nem antes, sem pena, sem dó, sem choro, um texto que liberta-se a todo momento de punição e de vigilância. Deriva disso seu caráter avassalador no sentido de que o autor não possui obrigações, encerrando certo egocentrismo que revela-se no confronto com os resquícios de conservadorismo nas relações humanas nos anos 2010 e com a doutrina pós-moderna como cultura dominante.

A poesia marginal de Sabiá Coitelinho é caracterizada por frases curtas, linguagem coloquial, espontaneidade, experimentação, sentimentalismo, anti-academicismo e liberdade temática. Seu estilo singular é marcado pelo jeito simples de escrever e pela incorporação de outras linguagens e diferentes níveis de fala (gírias e outras manifestações linguísticas populares da atualidade), aliando influências da cultura popular brasileira e elementos externos, tornando a experiência estética lírica um instrumento social revolucionário no sentido de que independe da tendência oficial e o processo de produção artística é submetido à realidade social.

O hibridismo aparece nesta proposta como uma possibilidade para a produção poética. O movimento Anti Pós-Moderno ou Tropicae Et Immundi propõe para a cultura brasileira dos anos 2010 a digestão dos elementos culturais estrangeiros em um processo dinâmico de incorporação desses elementos externos a diversidade da cultura nacional. Essa arte híbrida representa: (1) o caráter universal da arte na contemporaneidade; (2) a preservação da particularidade e da diversidade da cultura nacional moderna; e (3) a singularidade da arte que representa essas novas relações. Outra característica é o resgate do regionalismo, visto que uma das temáticas desta proposta é a expressão da realidade do interior do Brasil, sendo o Vale do Mucuri, nordeste do Estado de Minas Gerais, um dos panos de fundo para esta poesia. Nisso resulta a contribuição desta proposta em meio à diversidade da produção literária nacional. Instaura-se como uma poesia de vanguarda, expressão de três fatores essenciais na performance de autor: o conceito de antagonismo (relação entre a luta de classes no Brasil nos anos 2010 e a questão social), caráter jovem do eu-lírico e a concepção revolucionária como a influência mais importante do que a própria obra em si. É um poeta vanguardista porque exprime a dianteira do elevado processo de desenvolvimento da produção literária do Vale do Mucuri e propõe um novo caminho para a poesia nacional, exercendo nesse processo um papel pioneiro, resgatando a produção poética nacional e avançando a partir da realidade dos anos 2010, ou seja, produção de poesia buscando a universalidade, isto é, produção poética para o futuro, rompendo com os resquícios de tradicionalismo. Esta poesia traduz-se por seu caráter de mudança e de contestação aos padrões. É uma poesia do presente para o futuro.

Anti Pós-Moderno ou Tropicae Et Immundi expressa-se em um contexto de globalização, onde a internet representa um meio alternativo. No contexto dos anos 2010, a geração internet designará a possibilidade alternativa para a criação e publicação de textos por parte de uma nova geração de poetas brasileiros. Os textos de Sabiá Coitelinho podem ser acessados em seu blog: http://www.cigarrodepalha.blogspot.com. Com uma sucessão de ambientes urbanos e interioranos, resgatando os elementos centrais da cultura nacional, de temas como amor e paixão, erotismo e liberdade de expressão, esta proposta articula-se com elementos da cultura popular brasileira engendrada no contexto dos anos 2010 e da questão social desta época. Porém, ao mesmo tempo, tem-se a busca contínua pela universalidade, pois os textos de Sabiá Coitelinho não se restringem a especificidade histórica dos anos 2010, mas atingem a universalidade humana e rompem com o conceito de fragmentação da realidade.

Viva a poesia brasileira!

Viva a cultura popular do Vale do Mucuri.

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terça-feira, 23 de abril de 2013

Mostra Melhores Minutos 2012 no Papo Café

Cartaz Mostra2013

Serviço

Mostra Melhores Minutos 2012

Dia: 24/04/2013

Hora: 18h:30min

Local: Livraria e Cafeteria Papo Café

Endereço: Rua Manoel Esteves, 150-Lj 05 (ao lado do Restaurante Rua das Flores)

Valor: Gratuito

Programação: Livre

Produção local: Associação Mucury Cultural

Apoio: Livraria e Cafeteria Papo Café

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Programa Cultura Viva

A secretária da Cidadania e da Diversidade do Ministério da Cultura, Márcia Rollemberg,  participou ontem (22) de uma reunião com secretários de cultura e dirigentes de cultura das capitais e regiões metropolitanas. No encontro, ela apresentou aos secretários e dirigentes - que estão em Brasília para participar, de 23 (hoje) a 25, do II Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável – Desafio dos novos governantes locais- , as novas bases do Programa Cultura Viva.

"O Programa nasceu reconhecendo as ações das comunidades e agora estamos no momento de expandí-lo, principalmente em relação aos municípios", afirmou Márcia Rollemberg.  Segundo ela, o Cultura Viva é o Programa de base comunitária do Sistema Nacional de Cultura e tem como desafio agora envolver não apenas os estados, mas também os municípios.

"Vamos trabalhar no sentido de sensibilizar os prefeitos para a bandeira da cidadania e da diversidade", informou a secretária. Ela apresentou um histórico sobre todas as etapas do Cultura Viva e do processo de redesenho do Programa, feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). "O nosso objetivo agora é trabalhar com parcerias para buscar a sua ampliação e, neste sentido, as prefeituras são fundamentais", destacou a secretária, acrescentando que essas parcerias para a ampliação e qualificação do Programa se darão também dentro do Sistema MinC.

Márcia Rollemberg informou que, para fortalecer o Programa na base, uma das ideias é utilizar agentes de cultura – como os agentes de saúde – para trabalhar na capacitação de grupos e dos pontos de cultura. "Poderíamos até formar os agentes de saúde, sensibilizá-los para a questão da cultura", ponderou Silvestre Ferreira, ex-secretário de Cultura e presidente da Fundação Cultural de Joinville (SC). Para a vice-presidente da Fundação Cultural de Aracaju, Aglaé D'Avila Fontes, com esta ação o Ministério da Cultura acabaria com a intermediação e acompanharia mais de perto os processos dos Pontos de Cultura.

A secretária da Cidadania e da Diversidade Cultural do MinC informou que, para ajudar no processo de prestação de contas e qualificação dos pontos de cultura, as novas bases do Programa prevê ainda que os pontões funcionem com articuladores dos pontos de cultura. "Esses pontões teriam convênios diretos com o Ministério da Cultura e trabalhariam com  os eixos comunicação, cultura e educação", disse.

Márcia Rollemberg aproveitou para divulgar a agenda da SCDC, com destaque para o encontro com os procuradores que acontecerá dias 6 e 7 de maio em Brasília e que tem com o objetivo ajudar nos processos de prestação de contas dos pontos de cultura. Ela pediu aos secretários e dirigentes de cultura das capitais e regiões metropolitanas para que reflitam sobre o Programa e sobre como os municípios podem ser inseridos na implementação e gestão do Cultura Viva nos estados.

O presidente da Fundação Cultural de Joiville, Silvestre Ferreira, considerou o momento oportuno para a discussão  das novas bases do Programa. "O Fórum é a ponte para criarmos políticas e discutir gestão política", afirmou. Na sua opinião, o Cultura Viva "tira o viés de que, no Brasil, apenas a cultura de entretenimento é valorizada".  

(Redação: Heli Espíndola, Comunicação/SCDC)

(Fotos: Anna Paula Alvarenga, Comunicação/SCDC)

Retirado do site do MinC em 23/04/13 do endereço:

http://www.cultura.gov.br/noticias-destaques/-/asset_publisher/OiKX3xlR9iTn/content/programa-cultura-viva/10901;jsessionid=10470CA43C1C0E4A2BCDE73D26F59285.portal1?redirect=http%3A%2F%2Fwww.cultura.gov.br%2Fnoticias-destaques%3Bjsessionid%3D10470CA43C1C0E4A2BCDE73D26F59285.portal1%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_OiKX3xlR9iTn%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3D_118_INSTANCE_x9zwCh7U69gP__column-1%26p_p_col_count%3D1

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Nova cena musical de BH é comandada por músicos e bandas que propõem a música livre

Por Ailton Magioli - EM Cultura

Pesquisa da cultura popular e sensibilidade para as novidades são essencias para os artistas que dão a cara e voz da geração na capital mineira

Luiz Gabriel, Tales Silva, Luiza Brina, Irene Bertachini, Leandro César, José Luis Braga, Gustavito e Thiakov, na Praça do Copa, em Santa Tereza (Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press)

O cenário para o encontro com os protagonistas da nova cena musical belo-horizontina é pra lá de adequado. Afinal, ainda que não haja uma cartilha com ideias, princípios ou fundamentos, Santa Tereza, na Região Leste, volta a testemunhar o surgimento de movimento musical que tem tudo para fazer história, depois da rapaziada do Clube da Esquina, do heavy metal e do pop rock. Local escolhido pelos músicos para a entrevista: a Praça Coronel José Persilva, mais conhecida como Praça do Copa.
O que une a turma, que chega depois do Reciclo, que revelou, entre outros, Makely Ka, Kristoff Silva e Dudu Nicácio, é a velha (e sempre renovada) canção. “Assim como John Coltrane e Miles Davis, que tocaram juntos e com vários outros músicos, há um fluxo orgânico e uma complementaridade muito grande entre nós”, posiciona-se Luiz Gabriel Lopes, de 26 anos. Vocalista da banda Graveola e o Lixo Polifônico, que se destaca na nova cena, o compositor e instrumentista se nega a assumir a liderança do movimento, em que o intercâmbio de funções é evidente, desdobrando-se entre o trabalho coletivo e solo.

“Sou um cara que tem o comportamento da urgência, o que pode ser bom ou ruim”, explica. Ao lado de Jennifer Souza, da banda Transmissor, Luiz Gabriel produz a mostra Cantautores, que, além de um festival de fim de ano, promove eventos mensais na Casa Fiat. “Não esperava que a música tomasse esta relação com a vida”, confessa o cantor, que, vindo de Entre Rios de Minas, no Campo das Vertentes, já chegou à capital com o espírito do trabalho coletivo.
“Apesar dos festivais e eventos afins, sinto falta de espaços para mostrar meu trabalho autoral”, reclama Irene Bertachini, de 26 anos que, paralelamente ao grupo Urucum na Cara, prepara o lançamento do primeiro disco solo ('Irene preta, Irene boa') para 18 e 19 de maio, no Teatro Oi Futuro Klauss Vianna. Cantora, compositora e instrumentista, Irene não gosta de rótulos, mas costuma classificar o trabalho que faz de música popular contemporânea, “que explora timbres e arranjos um pouco mais inusitados”. Em síntese, “uma MPB de roupagem nova”. Militante da causa, Irene Bertachini também está envolvida com a mostra Palavra Som – Semana da Canção Contemporânea, que chegou à segunda edição com shows na Funarte MG.
'A toada vem é pelo vento', diz o sugestivo título do disco solo da cantora Luiza Brina, de 24 anos, que está de volta a Belo Horizonte depois de quatro anos no Rio, onde concluiu curso de composição na UniRio. “Aqui a galera está mais unida, mais disposta a correr atrás”, diz sobre a cena belo-horizontina, lembrando que o Rio, como vitrine nacional, tem de ter mercado. “Vejo Belo Horizonte mais disposta a criar e produzir”, acrescenta Luiza. Como admite, ela faz uma canção pós-tudo, “reflexo de um milhão de influências que ocorrem hoje dia, com muito da cultura popular que pesquiso”. Com o parceiro César Lacerda, ela gravou 'Ouça de fone', recém-lançado, antecedido de 'Luisa Brina e o liquidificador', do ano passado.

Coletivo

Gravados no coletivo Casa Azul, do Bairro Carlos Prates, na Região Noroeste, a maioria dos discos da nova geração é feita em sistema colaborativo, viabilizados pelas leis de incentivo. “Na verdade, há mais oferta do que demanda”, constata o violonista Leandro César, de 28 anos. Na trilha do mago Marco Antônio Guimarães, o jovem constrói instrumentos para o grupo Uakti, paralelamente à carreira nos grupos Diapasão e Urucum na Cara, com os quais já assinou a direção musical de discos. Atualmente pelo menos seis discos estão em pré-produção na Casa Azul, que, além de estúdio de gravação e ensaios, serve de morada para alguns dos artistas envolvidos no processo, entre os quais o próprio Leandro.
Para o jovem músico, se sua geração conseguiu atingir alto nível profissional e de mercado, ainda enfrenta uma carência de amplitude. “Não há público para a nossa música”, lamenta Leandro César, que também ajuda a produzir a mostra Palavra Som. “Este ano tivemos problema de público na própria mostra”, diz. “Além de uma TV de maior alcance, precisamos de rádios, cuja programação na maioria das vezes está engessada”, garante Leandro, admitindo que a maior evolução registrada no mercado musical mineiro independente está nos estúdios caseiros. “Além do boca a boca, a internet tem sido o canal para divulgação do trabalho.”

Mais perto da cidade
Posição política? Lógico que a turma tem. Além de letras atentas à realidade política e sociocultural brasileira, alguns destes jovens artistas andam metidos em movimentos como Duelo de MCs e Praia da Estação, ambos em defesa do uso de espaços públicos pela comunidade em geral. O grande desafio, de acordo com Luiz Gabriel Lopes, é colocar o trabalho na roda. “Aproximar-se mais da cidade, a partir de iniciativas autônomas. Claro que não abdicando da estrutura”, afirma, cobrando a responsabilidade do poder público.
Na opinião do integrante da Graveola e o Lixo Polifônico, há uma característica muito feliz na atual cena musical belo-horizontina. “Trata-se da substância musical e poética que perpassa o trabalho de todos nós, de composições no âmbito da canção, em busca de vocabulário próprio”, reconhece. Para Luiz Gabriel, além de personalidades fortes há que se ressaltar o ambiente fértil de interlocução na cena, que traz consigo a já reconhecida herança musical mineira. “Somos uma geração que vai amadurecer. Estamos ainda no início de um processo”, avalia.
Desde novo aberto para estilos distintos, Gustavo Amaral, o Gustavito, de 26 anos, que acaba de lançar o CD solo 'Só o amor constrói', lembra que já passou por oito bandas, entre as quais Capim Seco e Urucum na Cara. Hoje, além da Diapasão, com Leandro César, ele participa da Tião, ao lado de Luiz Gabriel, e Terra das Laranjeiras, com Alexandre Andrés. Com fortes elementos da cultura popular em sua música, o cantor, compositor e instrumentista vai do samba reggae ao tambor de crioula, passando por afoxé e outros gêneros. “Busco fazer uma música acessível”, revela Gustavito.
Compositor-letrista da banda A Fase Rosa, Thales Ferreira da Silva, de 27 anos, admite que o grupo participa como observador para ajudar a elevar a cena musical belo-horizontina. Com show agendado na Ilha da Madeira, Portugal, A Fase Rosa se classifica como banda de MPB, com forte tendência a lidar com o rock abrasileirado. Mesmo que os companheiros priorizem A Fase Rosa, Thales lembra que todos também se envolvem em trabalhos paralelos, sob o argumento de que precisam tocar para sobreviver. “A cena cresce rápido e o mercado não acompanha”, constata o músico, cobrando a criação de portais, blogs e outros espaços para a nova música belo-horizontina.

Retirado do site do EM wm 23/04/13 do endereço:

http://divirta-se.uai.com.br/app/noticia/musica/2013/04/21/noticia_musica,141795/nova-cena-musical-de-bh-e-comandada-por-musicos-e-bandas-que-propoem-a-musica-livre.shtml

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segunda-feira, 22 de abril de 2013

Sete meses depois, dezenas de grandes cidades de MG ainda não iniciaram a adesão ao SNC

Algumas das principais cidades de MG ainda não iniciaram o processo de adesão ao acordo de cooperação federativa para implantação dos seus sistemas municipais de cultura. Atualizamos a relação feita aqui no blog em Setembro passado (caso seja de alguma delas ou conheça quem é, ajude a mobilizar seus prefeitos para iniciar logo o processo de adesão). Eis aqui algumas delas:
Leopoldina, Paracatu, Unaí, Itajubá, Lavras, Passos, Araguari, Formiga, Abaeté, Bom Despacho, Itaúna, Itabira, João Monlevade, Pará de Minas, Mariana, Patos de Minas, Araxá, Janaúba, Januária, Salinas, Bocaiúva, Pirapora, Araçuaí, Nanuque, Almenara, Além Paraíba, Carangola.
Colocamos o mesmo quadro de Setembro de 2012, marcando em azul as cidades que iniciaram o processo desde então:
Região Nível 2 Nível 3 Nível 4
Alto Paranaíba Patos de Minas Araxá Carmo do Paranaíba, Sacramento, São Gotardo
Central Ipatinga Conselheiro Lafaiete, Curvelo, Itabira, João Monlevade, Pará de Minas Barão de Cocais, Congonhas, Corinto, Itabirito, Mariana, Nova Era, Santa Bárbara
Centro-Oeste Formiga Abaeté, Bom Despacho, Dores do Indaiá, Arcos, Campo Belo, Itapecerica, Itaúna, Lagoa da Prata, Nova Serrana, Pium-i
Jequitinhonha Mucuri Araçuaí, Nanuque, Almenara, Mantena, Carlos Chagas, Pedra Azul
Mata Leopoldina Além Paraíba, Carangola, Santos Dumont, Raul Soares
Noroeste Paracatu, Unaí
Norte Janaúba, Januária, Salinas, Bocaiúva, Pirapora
Rio Doce Aimorés, Conselheiro Pena, Resplendor
Sul Itajubá, Lavras, Passos, Poços de Caldas e Varginha Guaxupé, Santa Rita do Sapucaí, São Lourenço, São Sebastião do Paraíso, Três Corações Andradas, Boa Esperança, Caxambu, Itapecerica, Ouro Fino, São Gonçalo do Sapucaí, Três Pontas
Triângulo Araguari Tupaciguara
Retirado do Implantação do SNC em MG em 22/04/13 do endereço:
http://sncmg.wordpress.com/2013/04/20/sete-meses-depois-dezenas-de-grandes-cidades-de-mg-ainda-nao-iniciaram-a-adesao-ao-snc/


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Fundo Internacional para a Diversidade Cultural recebe projetos

O Fundo Internacional para a Diversidade Cultural recebe, até 14 de junho, propostas de financiamento para programas e projetos.

Lápis coloridos

Criado pela Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, adotada na Unesco em 2005, o Fundo tem como objetivo o apoio a programas e projetos de países em desenvolvimento, especialmente no que se refere à implementação de políticas culturais e ao fortalecimento de infraestruturas institucionais correspondentes; ao fortalecimento das capacidades culturais; ao fortalecimento das indústrias culturais existentes; à criação de novas indústrias culturais; e à proteção de expressões culturais comprovadamente em risco de extinção.

As solicitações poderão ser apresentadas por: governos dos países em desenvolvimento membros da Convenção, ONGs nacionais da área da cultura, grupos vulneráveis ou outros grupos sociais minoritários. Os pedidos serão avaliados por um painel de seis especialistas nomeados pelo Comitê Intergovernamental da Convenção, formado por 24 países, dentre os quais o Brasil.

O montante máximo dos pedidos de financiamento é de US$ 100.000,00 (cem mil dólares) para os programas e projetos, e de US$ 10.000,00 (dez mil dólares) para a assistência preparatória.

No Brasil, os pedidos devem ser enviados para a Divisão de Assuntos Multilaterais Culturais do Ministério das Relações Exteriores (DAMC – Ministério das Relações Exteriores – Palácio Itamaraty – Esplanada dos Ministérios – Bloco H- Brasília – DF – Brasil- CEP 70.170-900) onde os projetos passarão por uma pré-seleção realizada por uma comissão conjunta com o MinC.

Clique aqui para acessar o formulário de pedidos de financiamento e outras informações.

Retirado do Cultura e Mercado em 22/04/13 do endereço:

http://www.culturaemercado.com.br/editais/fundo-internacional-para-a-diversidade-cultural-recebe-projetos/

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Começa hoje o I Seminário Cultura e Universidade

O Ministério da Cultura realiza em Salvador, de hoje (22) à quata-feira (24) em parceria com a Universidade Federal da Bahia e o Fórum de Pró-reitores de Extensão, o I Seminário Cultura e Universidade – Bases para uma política nacional de cultura para as Instituições de Ensino Superior.

O Seminário tem como objetivo sensibilizar, mobilizar e articular Instituições Públicas de Ensino Superior para dialogar sobre ações que promovam o desenvolvimento da cultura, envolvendo a ampliação de programas e cursos voltados para a formação, pesquisa e extensão em arte e cultura, comunicação, gestão pública e em técnicas e processos relacionados aos setores criativos.

“Com esse debate queremos que a Universidade se comprometa com as políticas culturais, repense seu papel como produtora e circuladora de cultura, valorize a produção cultural universitária e possa ver a Cultura em sua importância na pesquisa, no ensino e extensão. Nós queremos colaborar para implementar essas mudanças”, afirma Juana Nunes, Diretora de Educação e Comunicação para a Cultura da Secretaria de Políticas Culturais, responsável pela implementação do Acordo de Cooperação firmado entre o Ministério da Cultura e o Ministério da Educação.

Estarão presentes pesquisadores, pró-reitores de extensão, pesquisa e ensino, representantes dos estudantes e das rádios, TVs e editoras universitárias, diretores de institutos e centros de artes além de gestores públicos de órgãos como MinC, MEC, MCTI, CAPES, CNPq , FINEP, e representantes da sociedade civil

Para a Pró-reitora de Ações Afirmativas e Assistência Estudantil, que iniciou o processo deste seminário, Dulce Aquino, “A importância desse Seminário é reunir as Universidades Públicas e o Ministério da Cultura com vistas à construção de políticas de cultura para o ensino superior do país. Sendo a universidade importante vetor de desenvolvimento social este seminário contribuirá para o início de um processo de construção de políticas na área da cultura tendo a universidade como protagonista em parceria com o Ministério da Cultura”
Na abertura do Seminário, será proferida uma palestra pelo professor Dr. Honoris Causa pela McGill University, no Canadá, Naomar de Almeida Filho, sobre O legado de Anísio Teixeira para a cultura e a educação, em homenagem a memória de Anísio Teixeira, educador baiano que dedicou sua vida e obra à elevação da educação como condição de direito universal e efetivo para os brasileiros.

A Programação

O Seminário está dividido em cinco Mesas Temáticas e sete grupos de trabalho. As Mesas contam com a participação de segmentos do governo e das universidades, distribuídas nos seguintes temas: O desafio da expansão do ensino, da pesquisa e da extensão em arte e cultura; A Formação de Gestores Culturais e o Sistema Nacional de Cultura; Uma política para acervos digitais e a interface com a educação; Diversidade na Universidade – Parcerias; Perspectivas para formação em competências criativas. As mesas pretendem provocar e articular os temas que alimentarão o debate nos grupos de trabalho.

Nos grupos de trabalho assuntos como o desenvolvimento da arte e da cultura, diversidade cultural, meios de comunicação e cultura, formação de profissionais para o setor criativo, gestão cultural, direitos autorais, recursos educacionais abertos, equipamentos culturais e circulação da produção de arte e cultura estarão em pauta nesse amplo diálogo que pretende reforçar a ideia da universidade como um pólo de produção, difusão e circulação cultural.

A palestra, as mesas e a plenária final poderão ser acompanhadas por meio da transmissão on-line, disponibilizada no blog http://culturadigital.br/culturaeuniversidade/.
Mais informações podem ser obtidas pelos telefones 3240-6388 ou (71) 3240-9646 ou pelo endereço eletrônico: seminarioculturaufba@ufba.br .

Retirado em 22/04/13 do endereço:

http://culturadigital.br/culturaeuniversidade/

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sábado, 20 de abril de 2013

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Lançamento do CD Viva a Cantoria

“VivaViola – Viva a Cantoria”

Mostra com alegria e sensibilidade artística o universo da viola caipira, sua riqueza cultural e social, a partir de uma perspectiva sustentável, dialógica e plural!

O projeto VivaViola que reúne seis dos mais importantes e talentosos cantores e compositores de Minas, os violeiros Bilora, Chico Lobo, Gustavo Guimarães, Joaci Ornelas, Pereira da Viola e Wilson Dias, lança seu novo trabalho “VivaViola – Viva a Cantoria” no dia 16 de maio (quinta-feira) às 20h30min no Teatro Bradesco (Rua da Bahia, 2244 - Lourdes). Este novo trabalho traz quinze musicas inédita, compostas pelos próprios violeiros e em parceria com o poeta e jornalista João Evangelista Rodrigues.  O sucesso alcançado pelo primeiro trabalho lançado em 2010 levou o grupo a apostar novamente na criação coletiva, nas letras bem elaboradas com melodias singelas e na sonoridade peculiar da viola para criação dos arranjos.

Os ingressos já estão à venda.

Serviço:

Show: VivaViola - Viva a Cantoria

Teatro Bradesco, 2244 - Lourdes

Informação Teatro: 3516-1027

Ingressos: R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia)

Produção: Picuá

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Notícias da Cultura em Teófilo Otoni

100_5160Na tarde de ontem (19/04), respondendo ao convite da Casa de Cultura de Teófilo Otoni, estivemos presentes diversos representantes do setor cultural da cidade, tais como o segmento da música, teatro e circo, gestão, pesquisa e produção cultural.

A diretora da Casa, Rose Medeiros, conversou com os presentes sobre o os principais assuntos do setor neste momento, a implementação do Sistema Municipal de Cultura-SMCTO e a instalação da II Conferência Municipal de Cultura.

Rose apresentou, em linhas gerais, a proposta e o funcionamento do SMCTO. A primeira ação, iniciada em 8 de abril, o lançamento do Sistema Municipal de Informações e Indicadores Culturais, é condição para agentes, produtores, gestores, artistas e entidades culturais do município, participarem na Conferência e das ações e editais da Casa de Cultura a partir deste ano.

Discutimos também sobre a dificuldade de alguns segmentos em articularem-se em entidades o que representa dificuldade de representação dos diversos segmentos do setor na construção do Conselho Municipal de Políticas Culturais.

No que se refere à II Conferência Municipal de Cultura, está agendada para os dias 11 e 12 de junho e será convocada logo da publicação de decreto, prevista para os próximos dias. Esta conferência é condição para a representação do município nas demais e a convocação da 3ª Conferência Nacional de Cultura já saiu, clique aqui para acessar.

A comissão responsável pela Conferencia é:

I – COORDENAÇÃO GERAL

Iracema das Graças Ferreira – Secretária Municipal de Educação e Cultura

II – DEMAIS COORDENADORES

Rosilda Gonçalves Medeiros – Diretora de Divisão de Cultura;

Bruno Dias Bento – Diretor Geral da Associação Mucury Cultural

Carlos Henrique Barreto Machado – Presidente do Conselho de Patrimônio Histórico e Cultural;

Sérgio Marinho Medeiros – Diretor da Botocuda Produções Culturais;

Munira Molaib – Diretora do Conservatório de Música de Teófilo Otoni;

André Luiz Dias – Diretor da INCENA CIA de Teatro;

Vanessa Juliana da Silva - Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri;

Rose ainda tratou de assuntos relacionados a programas e projetos de que é responsável, como o CEU das Artes e a Usina da Cultura. O primeiro está em fase de negociação com o Ministério da Cultura-MinC para mudança de local, já a Usina ainda encontra-se sem definições por parte do ministério.

100_5164Bruno Bento, diretor-geral da Associação Mucury Cultural, retomou a discussão que gerou a elaboração do Abaixo-assinado pela implementação do Sistema Municipal de Cultura e Instalação da II Conferência Municipal de Cultura de Teófilo Otoni criado no início do mês. E ficou decidido, a partir da consulta e votação dos presentes que, em função de que duas das três exigências já estão sendo cumpridas, o instrumento acima não tem mais função de prosseguir. A questão não contemplada era a convocação de uma Audiência Pública para a discussão sobre a importância da implementação do SMCTO e da II Conferência Municipal de Cultura.

A partir disso, foi realizada a entrega simbólica do Abaixo-assinado à diretor da Casa de Cultura de Teófilo Otoni, será enviado um e-mail para todos aqueles que assinaram. Mais uma vez a articulação e a mobilização tem resultados positivos.

Novamente hipotecamos o apoio da Associação Mucury Cultural à implementação e funcionamento do SMCTO e nossa participação efetiva na II Conferência Municipal de Cultura de Teófilo Otoni.

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Cor e Movimento - Exposição de Marina Jardim

Cor e Movimento - Exposição de Marina Jardim

Serviço

Data: 03 a 11 de maio de 2013 - Abertura da Exposição dia 03 de Maio de 2013, 20h:00min

Horário: 10h:00min às 20h:00min

Local: Restaurante Rua das Flores - Livraria Papo Café

Endereço: Rua Dr. Manuel Esteves, 150 – Teófilo Otoni

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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Estreia de “Aonde Está você Agora?”

Estreia hoje, às 20 h, no Teatro Sesi Holcim, a peça "AONDE ESTÁ VOCÊ AGORA", de Regiana Antonini.

O texto inspirado na canção "Vento no Litoral", de Renato Russo, com seu roteiro poético emociona o público ao tratar da relação entre amigos. Em cena Gabriel Marques Amaral e Caio Cezar.

Direção Fernando Couto e Ari Nobrega e assistencia de Danielle Fortunato.

Ingressos: R$40,00 (inteira), R$20,00 (meia), Postos do Sinparc R$15,00, Artista apresentando DRT paga R$10,00 na bilheteria do Teatro.

Compareçam!

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Vale-Cultura–empresas de lucro presumido poderão aderir

modelo do cartão do vale cultura

A ministra da Cultura, Marta Suplicy, anunciou que as empresas de lucro presumido poderão aderir ao Vale-Cultura.  A notícia foi dada em audiência pública da qual a ministra participou, na manhã desta quarta-feira (17),  na Comissão de Educação, Cultura e Esporte, no Senado Federal. As principais políticas do Ministério da Cultura (MinC) para 2013 também foram pauta da apresentação de Marta Suplicy.

O Vale-Cultura entrará em vigor em julho e beneficiará empregados de carteira assinada que recebam até cinco salários míninos. Num primeiro momento, apenas empresas de lucro real poderiam aderir ao Vale para fornecer o benefício a seus trabalhadores. Estas empresas podem deduzir até 1% de seu imposto de renda caso façam adesão ao vale. "Após muitas conversas conseguimos incluir as empresas de lucro presumido. A diferença é que elas não terão a renúncia fiscal no valor do benefício" anunciou a ministra. Marta argumentou que, apesar de não terem acesso ao mecanismo de renúncia fiscal, o Vale-Cultura é um investimento no trabalhador sobre o qual não incidirá encargos sociais. Isso porque o benefício não terá natureza salarial, "os R$ 50 não serão tributados", explicou a ministra.

Marta Suplicy ainda explicou que sua gestão no ministério trabalha com o "alimento da alma". "Estamos criando a oportunidade de as pessoas terem acesso a programações culturais para que elas experimentem as linguagens artísticas e consumam aquilo que mais gostarem".

Clique para ver a audiência com a ministra Marta Suplicy

Políticas MinC

Na audiência, a ministra ainda tratou do Sistema Nacional de Cultura (SNC) e pediu ajuda dos senadores para que entrem em contato com os prefeitos e governadores dos seus estados que ainda não aderiram ao sistema para que eles procurem o MinC. "Com o sistema teremos mais organicidade no fluxo das políticas culturais e no repasse de verbas para a área nas esferas federal, estadual e municipal", completou.

Atualmente 22 Estados e o Distrito Federal e 1752 municípios já aderiram ao SNC. O mecanismo assegura a transparência e o controle social do setor cultural, a partir da implementação de conselhos de cultura, fundos de cultura, plano de cultura e outras formas de participação nas políticas públicas de produtores culturais e da comunidade em geral.

Marta Suplicy ainda apresentou os Centros de Artes e Esportes e Unificados (CEUs) - programa que entregará a comunidades do país 360 unidades que reúnem, em um mesmo espaço físico, programas e ações culturais com práticas esportivas e de lazer, e equipamentos como praças, bibliotecas, auditórios, cineteatro, salas para oficinas, dentre outros. 

"Os CEUs são um espaço de formação artística e descobrimento de talentos. Além da estrutura, o ministério trabalha com a capacitação de gestores, um da prefeitura e dois da comunidade. Já foram capacitadas mais de 3,2 mil pessoas", disse a ministra. Em dezembro passado, foram inaugurados os primeiros CEUs nas cidades de Pato Branco e Toledo, ambas no Paraná. Para 2013 está prevista a entrega de cerca de 100 CEUs a comunidades em todo o Brasil.

A criação de um Museu dedicado à história negra do Brasil também entrou na pauta da apresentação. De acordo com a ministra, dos 10 milhões de negros escravizados, cinco milhões vieram para o Brasil. "Nossa cultura é negra, somos 53% de afrodescendentes no Brasil e precisamos contar essa história. Temos o sofrimento da escravidão, mas por outro lado, também temos o reconhecimento da nossa formação como nação, é um resgate dessa influência e da auto-estima", declarou ela ao defender que um museu deste porte deve ficar na capital do país. O terreno pertence à Fundação Cultural Palmares, instituição vinculada ao MinC, que trabalha em parceria com o Governo do Distrito Federal para a implementação do museu.

(Texto: Lara Aliano / Ascom MinC)

Retirado do site do MinC em 18/04/13 do endereço:

http://www.cultura.gov.br/noticias-destaques/-/asset_publisher/OiKX3xlR9iTn/content/vale-cultura/10883?redirect=http%3A%2F%2Fwww.cultura.gov.br%2Fnoticias-destaques%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_OiKX3xlR9iTn%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-1%26p_p_col_count%3D1

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Convocação e Regimento da 3º Conferência Nacional de Cultura são publicados

Foi publicado no DOU desta quarta-feira (17), pela Portaria nº 33 de 16 de abril de 2013, a convocação e o Regimento Interno da 3º Conferência Nacional de Cultura.

Desta vez, o tema será "Uma Política de Estado para a Cultura: desafios do Sistema Nacional de Cultura", referência à  Emenda Constitucional nº 71, promulgada pelo Congresso Nacional em novembro de 2012, que acrescenta o Art. 216-A - do SNC- à Constituição.

A  Ministra Marta Suplicy homologou o Regimento Interno aprovado pelo Conselho Nacional de Cultura-CNPC e designou a Secretaria de Articulação Institucional- SAI para coordenar a conferência nacional.

A 3º Conferência Nacional acontecerá em Brasília,  de 26 a 29 de novembro deste ano. Antes do encontro nacional, porém, serão realizadas Conferências nos âmbitos Municipal e/ou Intermunicipal (até o dia 14 de julho), Regional ou Territorial (até o dia 1º de setembro), Estadual e do Distrito Federal (até o dia 15 de setembro).  Este calendário está estabelecido no Art. 6º do Regimento Interno.

A realização das Conferências Municipais ou Intermunicipais é condição imprescindível para participação de delegados na etapa Estadual ou Territorial (conforme Art. 21) e os Eixos Temáticos deverão contemplar o temário estadual e nacional, sem prejuízo das questões locais (§ 2º, Art. 24). O Regimento da Conferência Nacional também estabelece que as etapas municipais devem ser convocadas pelo Poderes Executivos Municipais, sempre respeitando prazo mínimo de 15 dias entre a data de convocação e de realização da Conferência, por meio de Decreto próprio amplamente divulgado (§ 2º, Art. 21).

Clique aqui e acesse a íntegra do Regimento Interno da 3º Conferência Nacional de Cultura.

A Conferência de Cultura, em todas as instâncias (municipal, territorial, estadual e nacional) é o grande momento democrático de discussão, deliberação e avanço das políticas públicas para a Cultura em nosso país.

Informações retiradas do site do MinC:

http://www.cultura.gov.br/noticias-destaques/-/asset_publisher/OiKX3xlR9iTn/content/convocacao-e-regimento-da-3%C2%BA-conferencia-nacional-de-cultura-sao-publicados/10955;jsessionid=B07C1881C491C1716DA81D95CF243953.portal2?redirect=http%3A%2F%2Fwww.cultura.gov.br%2Fnoticias-destaques%3Bjsessionid%3DB07C1881C491C1716DA81D95CF243953.portal2%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_OiKX3xlR9iTn%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3D_118_INSTANCE_x9zwCh7U69gP__column-1%26p_p_col_count%3D1

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Convite para reunião do Setor Cultural em Teófilo Otoni

A Divisão de Cultura de Teófilo Otoni convida todo o setor cultural do Município a se fazer presente na Casa da Cultura.

O motivo e tema deste encontro é o Sistema Municipal de Cultura e seus processos de implementação, pauta das reivindicações do setor, a partir da aprovação da Lei 6510/2012 que cria o Sistema Municipal de Cultura de Teófilo Otoni.

É uma oportunidade para discussão sobre este tema tão importante para o desenvolvimento do setor cultural de Teófilo Otoni, portanto é imperdível para agentes, produtores, gestores, artistas e instituições.

Dia: 18/04 (hoje)

Hora: 15h:00min

Onde: Casa de Cultura

Endereço: Rua Engenheiro Celso Murta, n° 342. Olga Prates (Perto da UNIPAC-TO)

Telefone: (33) 3529-3061

Com informações da Casa de Cultura de Teófilo Otoni.

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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Lei Estadual de Cultura em Minas em 2012: ano novo, velhos padrões

Nos últimos meses, a Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais tem sido pauta de discussões de setor cultural em Minas, por conta da proposta de mudanças feita pela Secretaria de Cultura do Estado, tema esse já abordado aqui no blog.

Em paralelo a esse assunto, analisaremos agora o comportamento das empresas investidoras no mecanismo em 2012, assim como fizemos para os anos anteriores. É importante ressaltar que os dados analisados pela Nexo se referem aos depósitos realizados no último ano, e compreendem os patrocínios realizados via o Edital 2011 da Lei e valores residuais do Edital 2010 (empresas que deram entrada nos últimos meses do ano e programaram depósitos que iam além de 2011).

Em 2012, foram investidos pouco mais de R$ 63 milhões na Lei Estadual, considerando apenas o valor do ICMS – valor esse que chega a quase R$ 79 milhões, quando se adiciona os 20% da contrapartida obrigatória com recursos próprios das empresas. Quando comparado com 2011, houve um aumento de cerca de 7% no total investido.

Se nos últimos anos a Vivo e a Usiminas se destacaram como os principais patrocinadores de projetos pelo mecanismo, representando juntas 34% dos recursos em 2010 e 2011, em 2012 o ranking de investidores na Lei Estadual teve um novo líder: a AMBEV, que investiu mais de R$ 13 milhões com isenção de ICMS (considerando também os recursos de sua subsidiária CRBS S/A). Com a contrapartida, esse valor ultrapassa os R$ 16 milhões. Esse número representou 21% de todo o montante aportado na Lei. A empresa tem foco em projetos de eventos, geralmente associando com suas marcas de cerveja, e artistas musicais.

Por sua vez, a Vivo apresentou uma queda importante em seu investimento: passou de R$ 9,5 mi em 2011 para R$ 4,8 mi no último ano, isto é, a metade dos recursos. Coincidência ou não, no fim de 2012 circulou a notícia da saída da equipe que coordenava a ação cultural da Vivo em Minas, então sob a liderança de Marcos Barreto, e ainda não se sabe o futuro da atuação da empresa utilizando os recursos de ICMS no Estado. A Usiminas e a Oi mantiveram o destaque na lista dos principais investidores, mas ambas apresentaram queda de aproximadamente 24% nos recursos aportados.

Abaixo, apresentamos a lista dos 10 maiores grupos investidores na Lei Estadual de Cultura de Minas Gerais, que juntos somam 66% dos recursos aportados – uma concentração levemente menor do que em 2011, quando o Top 10 representou 71%.

Como destaque adicional a ser dado, além da lista acima dos 10 maiores, é a entrada da Petrobras, tida como a maior pagadora de ICMS em Minas Gerais, entre o rol de investidores na Lei Estadual. Até então, a empresa não utilizava recursos do mecanismo. Em 2012, a Petrobras iniciou esse tipo de investimento com um montante de R$ 1.270.000,00, priorizando projetos já apoiados anteriormente via Lei Rouanet – Grupo Galpão, Fórum Internacional de Dança (FID) e Festival Mundial de Circo. Analisamos a entrada da Petrobras no mecanismo como uma alternativa para a redução acentuada de investimentos via Lei Rouanet, que caiu progressivamente de mais de R$ 150 milhões em 2008 para R$ 80 milhões em 2012.

Um novo dado a ser analisado, que não estava disponível nas bases de dados que usamos em anos anteriores, é a distribuição geográfica dos recursos. Como era de se esperar, Belo Horizonte é o município que concentra a maior parte dos recursos captados: 64%. A cidade é seguida à longa distância por Uberlândia, Ipatinga, Nova Lima e Poços de Caldas – mantendo a mesma lógica da aprovação dos projetos e as mesmas hipóteses para explicar esse cenário apresentadas pela Nexo aqui.

Importante mencionar o baixo volume de recursos captados por projetos de algumas das mais relevantes cidades para o Estado de Minas Gerais, conforme mostra a tabela a seguir. Nenhum projeto das cidades de Governador Valadares, Uberaba e Ribeirão das Neves captou recurso via Lei Estadual. Contagem, Juiz de Fora e Montes Claros, embora não tenham tido igual cenário, também estiveram bem abaixo de sua importância.

Embora a análise acima não evidencie projetos que tenham sido elaborados por empreendedores de uma cidade para execução em outra (como alguns com proponente de Belo Horizonte que claramente acontecerão no interior), é preocupante a inexistência de projetos captados por produtores desses relevantes municípios. Considerando que são importantes pólos do Estado e inferindo que há produção cultural nessas cidades, é preciso encontrar formas de mobilizar o empresariado local para viabilizar a captação de recursos, sendo inclusive necessário o apoio do poder público desses locais nessa função.

Conforme pode se ver, o desafio da captação de recursos permanece, assim como os padrões do mecanismo: recursos concentrados em poucas e grandes empresas, que priorizam projetos de Belo Horizonte ou das cidades onde têm atividades econômicas.

E a Nexo continuará produzindo conteúdos sobre a utilização desse e de outros mecanismos de investimento social, com o intuito de contribuir para a mobilização de recursos para a área social com o fornecimento de informações e análises especializadas.

Retirado do blog da Nexo em 17/04/13 do endereço:

http://nexo.is/lei-estadual-minas-2012

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Posse do Conselho Municipal do Patrimônio Cultural de Teófilo Otoni – COMPACTO

No dia 15 de abril, o Prefeito Getúlio Neiva deu posse, aos membros do Conselho Municipal do Patrimônio Cultural de Teófilo Otoni – COMPACTO.  Criado conforme disposto na Lei 2.565/1985, pelo Decreto N° 4.215/2001, é órgão consultivo, deliberativo, normatizador e fiscalizador destinado a orientar a formulação da política municipal de proteção ao patrimônio cultural e as ações de proteção previstas no Sistema Municipal de Proteção e Preservação do Patrimônio Cultural – SIMPACTO.

Segundo o “prefeito Getúlio Neiva o CMC surge numa hora oportuna e vem para apoiar ações que visam restaurar, proteger e divulgar o patrimônio cultural e artístico da cidade”.

É bom lembrarmos que este conselho  foi criado em 1985 e iniciou seu funcionamento no início da década passada, e agora é recomposto, uma vez da mudança da gestão municipal, e nos últimos anos fez um trabalho de inventariamento e tombamento de alguns imóveis em Teófilo Otoni, principalmente de imóveis públicos municipais, sendo um conselho atuante e que garante boa pontuação na avaliação da Secretaria do Estado de Cultura que, com as demais ações da Divisão Municipal de Cultura, chamada de Casa de Cultura de Teófilo Otoni, garante recursos repassados pelo ICMS Cultural.

O Conselho é composto de 14 membros e ficou assim constituído:

I – Membros Titulares

Presidente – Carlos Henrique Barreto Machado;

Vice- Presidente – Márcio Aschtin;

Secretária – Lúcia Dantés de Paula Amorin;

Suplentes: Giovani Cota Fonseca, Munira Molaib e Sérgio Paulo Marinho Medeiros.

II – Membros Suplentes: Irving Otoni Pereira, Marcelo Amorim de Paula, Sílvia do Socorro Antunes Tomich, Igor Sorel Tavares, Fany Moreira, Dalva Newmann Keim e Manoelito Antônio de Jesus Filho.

 

Com informações da Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Teófilo Otoni.

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terça-feira, 16 de abril de 2013

BELO HORIZONTE É A SEGUNDA CIDADE A RECEBER O III ENCONTRO FUNARTE, EM 22 DE ABRIL

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Depois da bem sucedida estréia da itinerância do III Encontro Funarte de Políticas para as Artes, em Aracaju (SE), a capital mineira será a segunda cidade a participar do ciclo de diálogos.

Nesta etapa, foram destacados como temas de debate as políticas para a música e para o circo. As atividades acontecem nos espaços Funarte MG, durante o período da tarde.

Confira abaixo a programação, confirme a sua participação via Facebook e não deixe de divulgar e comparecer! As inscrições serão feitas no local do evento, na data de sua realização, gratuitamente.

Programação III Encontro Funarte de Políticas para as Artes - Belo Horizonte/MG

Data: 22/04/2013 Local: Funarte MG, Rua Januária, 68 – Floresta, Belo Horizonte

Horário: 13h às 18h.

Linguagens: Música e Circo

13h00 – credenciamento

14h às 16h – Diálogo 1: Políticas para a Música

Antonio Grassi – Presidente da Funarte

Pedrinho Madeira - artista contemplado pelo edital Funarte de ocupação Galpão 1

Gilson Beck – artista contemplado pelo Prêmio Funarte de Composição clássica

Maya Suemi – Funarte/CEMUS;

Luiz Gabriel Lopes - músico, compositor. Possui trabalho solo e participa das bandas Graviola e o Lixo Polifônico e Tião Duá.

Cesária Macedo – Representação Regional do MinC/MG – Mediadora

16h às 18h – Diálogo 2: Políticas para o Circo

Antonio Grassi – Presidente da Funarte;

Fernanda Alvares Vidigal  – Proponente contemplada pelo Edital de Ocupação do Galpão 3 de Artes Cênicas em 2011;

Sula Mavrudis – Diretora da área de circo do SATED/MG e presidente da Rede de Apoio do Circo;

Xisto Siman – Circovolante e Encontro de Palhaços;

Marcos Teixeira – Funarte/CEACEN – Circo;

Miriam Lott – Representação Regional da Funarte/ MG – Mediadora

18h – Encerramento – coffee break

Mais informações sobre o III Encontro Funarte de Políticas para as ArtesCentro de Programas Integrados/Funarte - cepin@funarte.gov.br

Retirado do site da Funarte em 16/04/13 do endereço:
http://www.funarte.gov.br/encontro/?p=897

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