terça-feira, 17 de abril de 2012

Consumidores de cultura passam a financiadores com crowdfunding

O que é crowdfunding?

É uma espécie de “festa americana”, que ao invés de os meninos levarem refrigerante e as meninas o refrigerante, todo mundo contribui com um pouco, ganha uma recompensa e temo que deseja: shows, filmes, eventos, discos, é assim, ó:

crowdfunding

Está fazendo sucesso e sendo usado em todo o mundo e no Brasil para o financiamento da cultura, um jeito fácil e rápido de se levantar grana. Há ainda vários sites específicos para se fazer isso, eis uns exemplos:

http://www.embolacha.com.br/;

http://catarse.me/pt;

http://www.movere.me/.


Retirado do Cultura e Mercado em 17/04/12 do endereço:

http://www.culturaemercado.com.br/mercado/consumidores-de-cultura-passam-a-financiadores-com-crowdfunding/

Da Redação

Reportagem do jornal O Globo deste domingo (15/4) mostrou um retrato dos colaboradores de projetos via crowdfunding. Pessoas que, de consumidores de cultura, passaram, sem escala, a financiadores.

Segundo Paulo Monte, sócio da plataforma Embolacha, estes apoiadores são sobretudo jovens, entre 25 e 32 anos, que já estão ligados a uma nova forma de consumo – o consumo colaborativo. “Eles sabem que ter um produto diferente, nascido de um projeto assim, vale mais do que só ir a uma loja e comprar algo (ele se refere não só ao resultado do projeto em si, mas também às recompensas que costumam ser dadas aos apoiadores de acordo com o valor da colaboração).

A reportagem conversou com alguns dos mais frequentes apoiadores de iniciativas colaborativas do país — usuários de plataformas como as brasileiras Catarse, Movere (ambas voltadas para projetos variados, de artes a ações sociais), Queremos (shows) e Embolacha (discos), além do site americano Kickstarter.

Ora puramente intuitivos e práticos, ora baseados em reflexões sobre a dinâmica da produção de arte no Brasil, eles trazem um novo olhar e uma nova ação para o financiamento cultural, seu papel e seus objetivos. O questionamento dos modelos mais tradicionais aparece em várias falas.

Vanessa Oliveira, sócia do Movere, afirma que 80% do financiamento vêm da própria rede dos autores do projeto, formada por família, amigos e fãs. “Imagino que isso se repita nas outras plataformas de crowdfunding. E as colaborações mais frequentes ficam entre R$ 30 e R$ 50″.

A íntegra da matéria está disponível aqui.

*Com informações do jornal O Globo

Redação http://www.culturaemercado.com.br

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